quinta-feira, 25 de abril de 2013

Comemoração 25 de Abril 1974 - 2013


A VITRIOL Associação esteve nas comemorações do 39º Aniversário da Revolução de Abril de 1974. Albano Pires e Olga Florência numa Reportagem em directo com Maria do Carmo Carvalho da RDS-Rádio.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Encontro Internacional - Cidadania e Direitos Humanos


A VITRIOL organizou, em Portugal, o ENCONTRO INTERNACIONAL para a  CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS. Recebeu e acompanhou os vários participantes oriundos de França, Belgica e Portugal, para uma viagem través do património e da cultura lusófona, proporcionou um espaço de debate e reflexão sobre a Cidania e Direitos Humanos.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Almada Negreiros – O menino com olhos de gigante


José Sobral de Almada Negreiros, se fosse vivo teria 120 anos. Nasceu em São Tomé e Príncipe, no dia 7 de Abril de 1893. Artista português, multidisciplinar dedicou-se fundamentalmente às artes plásticas e à escrita, ocupando uma posição central na primeira geração de modernistas portugueses.

Almada Negreiros é uma figura ímpar no panorama artístico português do século XX. Essencialmente autodidacta (não frequentou qualquer escola de ensino artístico) levou-o a dedicar-se desde muito jovem ao desenho de humor. Mas a notoriedade que adquiriu no início de carreira prende-se acima de tudo com a escrita, interventiva ou literária. Almada teve um papel particularmente activo na primeira vanguarda modernista, com importante contribuição para a dinâmica do grupo ligado à Revista Orpheu, sendo a sua acção determinante para que essa publicação não se restringisse à área das letras. 
Aguerrido, polémico, assumiu um papel central na dinâmica do futurismo em Portugal: "Se à introversão de Fernando Pessoa se deve o heroísmo da realização solitária da grande obra que hoje se reconhece, ao activismo de Almada deve-se a vibração espectacular do «futurismo» português e doutras oportunas intervenções públicas, em que era preciso dar a cara", diz José Augusto França.

Mas a intervenção pública de Almada e a sua obra não marcaram apenas o primeiro quartel do século XX. Ao contrário de companheiros próximos como Amadeo de Souza-Cardoso e Santa-Rita, ambos mortos em 1918, a sua acção prolongou-se ao longo de várias décadas, sobrepondo-se à da segunda e terceira geração de modernistas. A contundência das suas intervenções iniciais iria depois abrandar, cedendo lugar a uma atitude mais lírica e construtiva que abriu caminho para a sua obra plástica e literária da maturidade.
Eduardo Lourenço escreve: "Estranho arco de vida e arte o que une Almada «Futurista e tudo», da provocante juventude ao mago hermético, certo de ter encontrado nos anos 40, «a chave» de si e do mundo no «número imanente do universo» ".

Almada é também um caso particular no modo como se posicionou em termos de carreira artística. Esteve em Paris, como quase todos os candidatos a artista então faziam, mas fê-lo desfasado dos companheiros de geração e por um período curto, sem verdadeiramente se entrosar com o meio artístico parisiense. E se Paris foi para ele pouco mais do que um ponto de passagem, a sua segunda permanência no estrangeiro revelou-se ainda mais atípica. Residiu em Madrid durante vários anos e o seu regresso ficou associado à decisão de se centrar definitiva e exclusivamente em Portugal. 
Ao longo da vida empenhou-se numa enorme diversidade de áreas e meios de expressão – desenho, pintura, ensaio, romance, poesia, teatro, tapeçaria, gravura, pintura mural, caricatura, mosaico, azulejo, vitral … até o bailado. Sem se fixar num domínio único e preciso, o que emerge é sobretudo a imagem do artista total, inclassificável, onde o todo supera a soma das partes. Também neste aspecto Almada se diferencia dos seus pares mais notáveis, Amadeo de Souza-Cardoso e Fernando Pessoa, cuja concentração num território único, exclusivo, foi condição necessária à realização das obras máximas que nos deixaram como legado. 
A escrita é, para Almada, uma forma de crítica, escrevendo: "As construções do Estado multiplicam-se a olhos vistos, porém as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ler e fixar."

Vulto cimeiro da vida cultural portuguesa durante quase meio século contribuiu mais que ninguém para a criação, prestígio e triunfo do modernismo artístico em Portugal. Na sua evolução como pintor, Almada passou do figurativismo e da representação convencional dos primeiros tempos, para a abstracção geométrica, matemática e numérica que caracteriza as suas últimas obras.
 
As duas orientações de busca e criação de Almada Negreiros foram a beleza e a sabedoria. Para ele "a beleza não podia ser ignorante e idiota tal como a sabedoria não podia ser feia e triste". Foi um pintor-pensador, foi praticante de uma arte elaborada que pressupõe uma aprendizagem que não se esgota nas escolas de arte; bem pelo contrário, uma aprendizagem que implica um percurso introspectivo e universal. 
O tema principal de Almada foi o número, a geometria (sagrada) e os seus significados, declarando que a sabedoria poética e a sabedoria reflectida têm entre elas a fronteira irredutível do número. Almada revela-se assim um neopitagórico sendo este seu lado a fonte mais profunda da sua inspiração e da sua criatividade e, segundo Lima de Freitas, a sua “loucura” central.

A sua preocupação central foi a determinação do enigmático Ponto de Bauhütte. Essa procura ficou registada por vários textos, por numerosos traçados geométricos e por algumas pinturas a preto e branco, mas sem tornar público o fundo do seu pensamento. Não se sabe se Almada Negreiros atingiu o traçado do Ponto de Bauhütte na sua totalidade, mas partiu, como escreveu já perto do fim: "pleno da certeza de que existe uma «chave» que os homens esqueceram e cuja procura é urgente «começar: esta certeza é a minha cegueira com a qual parto para toda a parte. Para Luz. Para Plenitude”.

Morreu no dia 15 de Junho de 1970 no Hospital de S. Luís dos Franceses, em Lisboa, no mesmo quarto onde morrera seu o amigo Fernando Pessoa.

Personalidade incontornável, a inserção de Almada Negreiros na vida e na cultura nacionais é extremamente complexa; segundo José Augusto França, dele fica sobretudo a imagem de "português sem mestre" e, também, tragicamente, "sem discípulos". 

 Autor: A. Pires

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Constituição e Apresentação da VITRIOL


VITRIOL - Associação para a Divulgação e Promoção da Língua e Cultura Lusófona, formalmente constituída a 2/03/2011, teve a sua apresentação pública no Museu do Fado a 14/04/2011.


quinta-feira, 28 de março de 2013

Roteiro/Visita Mosteiro dos Jerónimos



A LINFUAGEM dos SÍMBOLOS no MOSTEIRO de SANTA MARIA de BELÉM (dito dos Jerónimos) por JOÃO DAVID ZINK (historiador).

A rica simbologia presente nos monumentos do chamado «estilo Manuelino» tem sido lida de modo sincrónico no pressuposto de um imaginário imobilista, sem ter em linha de conta as mutações do tempo histórico. Nesta conferência/roteiro pretende-se, na medida do possível, repor a “verdade histórica” em acerto com a dinâmica da acção humana, conjugando o estudo iconográfico com os dados da investigação arqueológica, o que se traduz numa perspectiva diacrónica do universo simbólico do “manuelino”.
 

Autor: João David Zink

quinta-feira, 21 de março de 2013

Vem Primavera!


Vem Primavera!
Traz contigo as flores de Abril
Da solene promessa de uma nova vida.
Trás milhares muita gente.
Vem devagar! Vem de repente!

Vem Primavera!
Vestida de Mulher com cabelos pela cintura
Vem descalça…
Caminha no verde da palavra mais pura.

Vem Primavera!
Não demores na escuridão das vozes
Solta as palavras e os sons
Faz-te ouvir nas alturas
!

Autor: O. Florência 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Homenagem António Albino Machado


ANTÓNIO ALBINO MACHADO, um " Construtor" de uma sociedade mais justa com base nos valores da Liberdade - Igualdade - Fraternidade. Homenagem com um poema de OLGA FLORÊNCIA.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher – Porquê este dia


Sendo realidade ou ficção, é no dia 08 de Março, do ano de 1857, que as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Porém, é historicamente aceite que a ideia da existência de um dia internacional da mulher surge no final do século XIX, princípio do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena e São Petersburgo.

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova Iorque. Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, onde foi aprovada a proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. 
No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. 
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o rastilho da Revolução de 1917. Em 8 de Março, a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução. Leon Trotsky assim registou o evento: “Em 23 de Fevereiro (8 de Março no calendário gregoriano) estavam planeadas acções revolucionárias. Pela manhã, a despeito das directivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem a sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma em todo o mundo. Em Portugal, houve mulheres que se bateram pelos seus direitos. Neste caminho não pode ser esquecido o papel, actividade e acção de muitas mulheres que desde sempre lutaram por ideias de igualdade, direitos cívicos e sociais, direito ao trabalho, direito ao salário, essas mulheres estiveram na primeira linha do combate e ombrearam com os homens na luta por estas conquistas. 
Muitas delas iniciaram o seu caminho nos princípios do Séc. XX. Foi há mais de um século, em 1907, que um grupo de mulheres instruídas e cultas fundou o «Grupo Português de Estudos Feministas», com o objectivo de difundir os ideais da emancipação feminina, fundar uma biblioteca e publicar estudos destinados a instruir e a educar a mulher portuguesa, a fim de melhor desempenhar as funções de mãe e educadora da sociedade futura. 
O «Grupo» agregava intelectuais, médicas, escritoras e, sobretudo, professoras, com destaque, entre muitas outras, para Carolina Beatriz Ângelo, Ana de Castro Osório, Adelaide Cabete, Maria Veleda, Domitila de Carvalho. Teve uma existência efémera, mas publicou alguns folhetos que reproduziam discursos, conferências e outros textos de autoria das principais dirigentes, preenchendo assim uma grande lacuna de leituras de teor feminista, acessíveis às mulheres portuguesas. 
Sabemos até que Carolina Beatriz Ângelo e Adelaide Cabete foram depositárias da confiança de seus pares revolucionários a quem estes confiaram o segredo da conspiração republicana. Carolina e Adelaide coseram as primeiras bandeiras republicanas, que haveriam de ser desfraldadas após a vitória da revolução, ondulando as cores verde e rubra que até hoje permanecem como símbolo nacional.

Este dia foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Desde 1975, em sinal de apreço pela luta então encetada, as Nações Unidas decidiram consagrar o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher.

Pretende-se com este dia chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher

Autor: A.Pires

sábado, 2 de março de 2013

2.º Aniversário da VITRIOL


A VITRIOL Associação comemorou o seu 2º Aniversário na rua ao lado do Povo, dando voz aos seus Valores e Princípios através de uma Reportagem em directo com a RDS-Rádio.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Universidade de Coimbra - 7 Séculos em prol da Cultura


A Universidade de Coimbra é uma das universidades mais antigas na Europa, no Mundo e a mais antiga de Portugal. 
A sua história remonta ao século seguinte da fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais concretamente a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, pelo Rei D. Dinis I, o documento que criou a Universidade e pediu ao Papa a confirmação. 
A universidade, inicialmente instalada na zona do actual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova. Voltou para Lisboa e regressou a Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano. Permaneceu em Lisboa até 1537, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III. Recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, já no reinado de D. Manuel I.

Em Portugal, como um pouco por todo o mundo, a ideia da instituição Universidade de Coimbra encontra-se intimamente ligada à Alta Universitária, um conjunto arquitectónico heterogéneo de que se destacam as construções do chamado Estado Novo e, sobretudo, o Páteo e Paço das Escolas, dominados pela célebre Torre da Universidade. Foi o Paço das Escolas que aglutinou, todas as Faculdades da Universidade de Coimbra, após a instalação definitiva nesta cidade. É um verdadeiro percurso itinerante de quase três séculos entre Lisboa e a urbe do Mondego. Quando em Coimbra, os Estudos Gerais (mais tarde designados Universidade) distribuíram-se por localizações diversas, destacando-se os edifícios próximos do Mosteiro de Santa Cruz e o próprio Paço da Escola.

Vamos fazer uma visita aos principais monumentos de interesse desde a sua fundação:

Sala Grande dos Actos é a principal sala da Universidade. É também conhecida por Sala dos Capelos uma vez que, ainda hoje, é utilizada nas cerimónias académicas. 
Quando visitar a Sala dos Capelos poderá visitar também a Sala do Exame Privado e a Sala das Armas. 
A Sala do Exame Privado fazia parte integrante da ala real do palácio. Foi câmara real, ou seja, o local onde o monarca pernoitava. Também foi nesta sala que se realizou a primeira “reunião” entre o Reitor D. Garcia de Almeida e os lentes (professores), no dia 13 de Outubro de 1537, data da transferência definitiva desta instituição para Coimbra. 
A Sala das Armas fazia parte da ala real do antigo paço. Alberga a panóplia das armas da Guarda Real Académica, que ainda hoje são utilizadas pelos Archeiros nas cerimónias académicas solenes.
 
Casa da Livraria, nome por que era conhecida a Biblioteca Joanina, recebeu os primeiros livros depois de 1750, sendo a construção do edifício do século XVIII. O edifício tem três andares e alberga cerca de 200.000 volumes, havendo no piso nobre cerca de 40.000. Volumes raros e históricos de uma importância notável.
 
Prisão Académica, resultante da condição privilegiada da Universidade, seria instalada, em dois antigos aposentos, sob a Sala dos Capelos. Sendo então transferida para as infra-estruturas da Biblioteca Joanina que, por seu turno, incorporara, quando da sua edificação, os restos arruinados do que fora o antigo cárcere do Paço Real, documentando o único trecho de cadeia medieval subsistente em Portugal.

Porta Férrea e Via Latina, destinada a dar solenidade à entrada do recinto universitário, constitui a primeira obra de vulto empreendida pela Escola após a aquisição do edifício, por isso idealizada como um arco triunfal, de dupla face (na tradição da porta-forte militar), evocada no programa escultórico, alusivo às quatro faculdades (Teologia, Leis, Medicina e Cânones) e aos dois monarcas fundamentais na sua história (D. Dinis, que fundou a Universidade, e D. João III, que a transferiu para Coimbra). 
A Via Latina, erigida da segunda metade do século XVIII, constitui, na essência, um corpo de aparato, adossado (encostado) ao alçado interno norte do palácio escolar, como solução hábil para facilitar os acessos entre o Paço Reitoral, a Sala dos Capelos e os Gerais.

Torre da Universidade tem 33,5 metros de altura, constitui o emblema tradicional de Coimbra. Começou a construir-se em 1728 e foi terminada em 1733. No topo sobre o relógio, abre-se um miradouro do qual se desfruta uma panorâmica esplendorosa da cidade e do vale do Mondego. Nesta Torre está colocada, entre outros sinos, a célebre «cabra», que marcava as horas do despertar e do recolher dos estudantes. 

 

Capela S. Miguel foi construída no início do século XVI, substituindo uma anterior, provavelmente do século XII. A sua estrutura arquitectónica é manuelina, estilo decorativo visível sobretudo nos janelões da nave central e no arco cruzeiro.

Durante a ditadura do Estado Novo foi palco de várias actividades de gerações estudantis na luta contra o regime, pela Liberdade, os Direitos Humanos, a Democracia, estando empenhados os mais diversos intelectuais e pensadores portugueses. 

Com o 25 de Abril de 74, com o novo período da vida portuguesa e universitária, foi alvo de várias reformas para acompanhar a nova dinâmica política. 
A Universidade de Coimbra, a Alta e a Sofia foram classificadas como Património Mundial pela UNESCO no ano de 2013.

Continuando a manter o renome de outros tempos, é hoje uma instituição de referência, e durante os seus mais de sete séculos de existência, foi crescendo um pouco por toda a cidade, promovendo a divulgação da cultura portuguesa no mundo. 


Autor: A. Pires